domingo, 11 de dezembro de 2011
Amigos
Momentos vão e vem, as lembranças são como um album que abrimos para olharmos, rimos, choramos e a saudade muito boa fica dentro de nós, momentos bons e que ninguém pode nos tirar pois nós vivemos intesamente esses momentos.
"SEMO BEM LOCO! MAS LOCO DE BUENO"
"Nós e a Dança"
Chegará o dia em que nosso físico nos dirá que acabou, mas nosso olhar no horizonte junto as nossas lembranças nos trará esses momentos que e nossa tradição nos deu o privilégio de viver.
Meu jeito ....
Esse é meu jeito, minha estampa se resume em apenas um estilo ..."Loco de Bueno", isso corre em minhas veias e me pertence como herdeiro nato, cuido isso como um diamante precioso, aprecio essa beleza a cada dia que nasce e morre, e vejo o quanto és imortal, como um bom aluno aprendi quando guri, e o tempo me fez professor, repasso a minha herdeira a herança bendita, receba minha filha e abra seu coração, pois não existe coisa melhor neste mundo que a nossa tradição.
sábado, 25 de junho de 2011
Era vida Campeira, hoje eu danço o que vier, e não saio desta sala sem baila um chamamé...
Me gusta um chamamé quando me quedo solo,
E a alma bate asas pra voar enfim,
Buscando alguma estrela para palanquear,
A saudade potra zaina que galopa em mim.
Associa-se a palavra “Chamamé” à expressões como “assim no más”, “qualquer coisa”, “a minha amada”, “de qualquer maneira”. A dança originou-se na tribo indígena “Kaiguá”, entre Brasil e Corrientes, pelos índios era conhecida como “Polkakirei”, uma polca movida em ritmo ágil e contagiante, a palavra chamamé teria origem em na frase “Che amoa memé” que significa “te protejo”. Da forma que foi introduzida no Rio Grande do Sul já se perdera parte de sua originalidade. Tomou novas formas, outros instrumentos foram sendo introduzidos e este ritmo se tornou um dos mais empolgantes do nosso Fandango Gaúcho.
* FORMA DE DANÇAR:
Sempre alternando um pé e outro como no passo de marcha.
1º movimento: peão avança com seu pé esquerdo em diagonal esquerda, pousando-o no solo e flexionando naturalmente os joelhos. A prenda recua o pé direito, pousando-o no solo atrás do esquerdo.
2º movimento: o pé direito do peão e o esquerdo da prenda realizam uma marcação no lugar.
3º movimento: o peão recua seu pé esquerdo, mais ou menos ao lado do pé direito. A prenda avança seu pé direito para posta-lo próximo ao pé esquerdo.
O 4º, 5º e 6º movimento são repetições dos anteriores, porém executados com pés contrários.
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